A programação cultural do Festival da Cidade desta sexta-feira (27) tem atrações para todos os gostos em vários pontos da capital baiana. De Itapagipe a Pituaçu, de Tubarão à Boca do Rio e de Cajazeiras ao Rio Vermelho tem arte e lazer espalhados por espaços públicos e por espaços tradicionais como parte da programação festiva em comemoração aos 466 anos de Salvador. O Festival da Cidade é uma promoção da Prefeitura com patrocínio do Shopping da Bahia. Entre os destaques da sexta-feira estão o Viva o Circo, a Noite do Reggae, a peça 7 Conto e o Balé Folclórico da Bahia.

Um dos pontos altos deste sexto dia de eventos é a Noite do Reggae, na Praça da Revolução, em Periperi. Por lá, desfilarão, a partir das 20h, Diamba, Adão Negro, Márcia Castro e Edson Gomes. O público poderá conferir alguns dos mais representativos artistas do gênero na Bahia numa grande festa. A música também é a tônica da apresentação que Sylvia Patrícia faz com o seu Tuk Tuk Sonoro pelas ruas do boêmio bairro do Rio vermelho, também a partir das 20h. A cantora e compositora vai mostrar um repertório de pop e música popular brasileira a bordo de um minicarro de som, que já fez sucesso no Furdunço, durante o Carnaval deste ano.

A Praça da Pronaica, em Cajazeiras X, será o palco da apresentação ao ar livre do sucesso do teatro brasileiro 7 Conto, com o ator baiano Luís Miranda. Ele leva uma das comédias mais assistidas do teatro baiano para o grande público, com seus personagens hilariantes e bem típicos das ruas de Salvador. “ Para mim este é o momento mais importante para o artista, quando o espetáculo vai até o povo”, afirmou Miranda. A apresentação também começa às 20h, no mesmo espaço que no sábado recebe o cantor sertanejo Daniel. Tem peça de qualidade também no Teatro Martim Gonçalves, no Caela, no mesmo horário, com a pela Nossa Cidade, na Casa da Outra, no Politeama, com a peça O Que de Você Ficou em Mim, entre outras atrações da grade do Festival.

O Circo Picolino, em Pituaçu, abre as portas para o público para uma apresentação que mescla arte circense com teatro, numa homenagem a uma dos maiores poetas que da bahia, o Boca do Inferno, Gregório de Mattos e Guerra. O Espetáculo Viva o Circo promete encantar a plateia.  “Trabalhar um personagem que viveu Salvador séculos atrás e fazer com que principalmente as crianças tenham contato com o que foi a cidade há 400 anos, através da poesia, é muito valioso”, destacou Anselmo Serrat, fundador e diretor do Circo Picolino.

A apresentação começa às 20h, mesmo horário em que o Balé Folclórico da Bahia sobe ao palco montado nas quadras da orla da Boca do Rio para mostrar a beleza e a riqueza cultural da dança folclórica produzida por uma das companhias mais respeitadas do mundo no gênero.  “No exterior as pessoas se encantam com a beleza, colorido, a energia, mas tem todo um processo até chegar ao coração. Aqui as pessoas sentem mais, pois está mais próximo da própria realidade”, revela Vavá Botelho, diretor da companhia.